O mundo comercial é interessante. E no tocante à Tecnologia de Informação (favor não confundirem “tecnologia” com “informática”), a coisa não é diferente, é pior ainda! Quando os primeiros ebook readers chegaram, como o Kindle da Amazon ou o e-reader da Sony, o conceito de ter e transportar livros mudou. Podendo ter milhares de livros num único aparelhinho (além de armazená-los em cartões de memória), o livro em papel parece obsoleto. Eu até gosto dos meus livros em papel – e eles não acabarão tão cedo – mas eu teria que ser idiota de não levar em conta que ir pra faculdade com dezenas de livros na mochila é uma tarefa desagradável.
Se sentarmos e levarmos em consideração o custo, o governo gasta uma nota preta editando livros didáticos, e muitos deles com erros conceituais. Pensemos: Editar, imprimir, transportar e distribuir os livros é um custo grande. A isso soma-se: Ver que estavam errados, recolher, transportar, reciclar (eu imagino que reciclam o papel, certo?), identificar os erros, corrigir estes erros, editar de novo, transportar e redistribuir. Se fosse uma mídia digital, bastava alterar o conteúdo online (estou no mundo dos sonhos, não me atrapalhem). Assim, os leitores de livros digitais (c’mon, anglicismo desnecessário tem limite) são uma ferramenta ideal e, por isso, causou uma espécie de revolução. A tecnologia e-ink (tinta eletrônica) simula na tela como as letras seriam impressas, o consumo de energia seria ridículo, pois a dita tecnologia faz com que só haja gasto de energia no “virar de páginas”. Read the rest of this entry »












